NO QUE CREMOS

Ministério Compromisso Adoração

NO QUE CREMOS

   

Nossa filosofia ministerial baseia-se em 3 valores inegociáveis que são constantemente lembrados em todos os nossos encontros:

1. As pessoas são mais importantes que as coisas (2Sm 23.14-17). Somos convictos de que Deus gosta muito da arte e do belo, mas o que Ele realmente ama são as pessoas. Por isso estamos profundamente comprometidos com o amadurecimento cristão de cada um dos nossos integrantes e com a captação, manutenção e multiplicação de artistas servos e discípulos de Jesus (Para conhecer melhor nosso processo e material acesse o link www.pibcuritiba.org.br/area-de-ensino-e-formacao/ ). 2. Nossa arte é para a glória de Deus (Mt 5.16). Estamos comprometidos não apenas em bem utilizar a arte mas também em resgatar o sentido único da existência do artista, pois cremos que toda a arte, seja ela sacra ou não, foi criada em sua essência para enaltecer e glorificar ao Deus vivo, Pai e Criador de tudo o que existe (Rm 11:36). Criados à Sua semelhança, recebemos a capacidade de sermos criativos (Sl 87:7), essência da qual surgiram todos os fazeres científicos, artísticos e estéticos. Com o pecado, a essência da arte também foi corrompida passando a ser utilizada apenas para o deleite e benefício humano, desvirtuando-se de seu real propósito de existência. Temos, portanto, defendido uma contracultura na qual o artista valoriza, primeiramente, seu compromisso com Cristo, deixando em segundo plano suas expectativas artísticas e renunciando aos apelos culturais e midiáticos (1Jo 2.16). 3. Deus espera o nosso melhor (Rm 12.1). Estamos cientes de que muito mais do que nossa arte, Deus tem grandes expectativas sobre nossa vida adoração. As expectativas de Deus podem ser compreendidas através do que o Apóstolo Paulo chama de “sacrifício vivo”, ou seja, a entrega de todo o nosso corpo, mente e emoções ao Senhorio de Cristo. Nossa adoração não é, portanto, somente um ato litúrgico, mas uma decisão pela obediência. No anseio de suprirmos às expectativas do nosso amado Deus, somos um ministério comprometido com a excelência, que para nós significa “fazer o melhor que podemos com aquilo que temos”, e isto tanto no que concerne a nossa vida cristã quanto ao nosso aprimoramento técnico. Para nós, não há sentido em buscar-se o aprimoramento técnico sem que haja maior urgência pela busca de crescimento espiritual, assim como observamos que todo artista que tem investido seriamente em seu amadurecimento cristão, caminha também em direção ao aperfeiçoamento artístico, pois almeja entregar o seu melhor a Deus. Definimos esse processo como uma escada de três degraus que, em sentido ascendente, simboliza a evolução do artista espiritualmente e artisticamente:

     Estar disposto é sempre o primeiro passo. É quando surge aquele sentimento embrionário de utilizar seus dons e talentos ao serviço do reino. Esta etapa não é negligenciada nem subestimada por nós, pois é quando o artista desenvolve suas motivações mais puras e define a impressão que tem do ministério no qual está ingressando.

     No degrau do compromisso o artista conhece as características e valores com os quais se compromete a viver e seguir para fazer parte do grupo desejado. Em nosso ministério esse compromisso é celebrado através da conclusão do curso PASSAPORTE, obrigatório para a inclusão dos artistas interessados em atuar em algum de nossos grupos (Para maiores informações sobre o curso PASSAPORTE acesse o link www.pibcuritiba.org.br/comoparticipar/ ).

     Nesta etapa ficamos muito atentos pois no degrau compromisso há o grande perigo da estagnação. Muitos líderes contentam-se com a manutenção de um grupo comprometido com seu ministério, mas esquecem-se que tanto a maturidade espiritual quanto a qualidade artística são fruto de empenho, dedicação e superação. Comprometer-se com a excelência pessoal e de seu grupo é um desafio que não pode ser deixado de lado.

     Davi nos dá um lindo exemplo no texto de 2 Samuel 24.22-24. Ao chegar às terras de Araúna, teve a chance de erigir um altar a Deus sem esforço, pois Araúna ofereceu-lhe tudo o que precisava. Acontece que Davi era um servo de Deus comprometido com a excelência, e sabia que toda oferta deve ser fruto de um esforço pessoal, que custe ao ofertante. Davi sabia que Deus esperava dele o seu melhor, nada menos do que isso, e aceitar a proposta de Araúna seria o mais fácil, mas não algo que estivesse à altura de Deus. Seria o mesmo altar, com os mesmos elementos, mas não teria havido empenho e dedicação pessoal.

     Na escalada para a excelência não há uma linha de chegada. Espiritualmente temos um modelo perfeito que é Cristo (Ef 4:13), e quanto mais nos aproximamos dEle, mais percebemos o quanto precisamos mudar. Tecnicamente, quando pensamos que somos os melhores, descobrimos que fomos superados por alguém. A excelência é, portanto, um exercício contínuo e ininterrupto que exige de nós foco e perseverança. A grande bênção é sabermos que Deus não está no fim da linha nos aguardando, Ele está caminhando conosco, nos ajudando e fortalecendo, hora nos orientando, incentivando e fortalecendo, hora nos carregando no colo. Em suma, Ele é o principal interessado em nosso crescimento. Basta que estejamos conectados a Ele (Jo 15) que logo perceberemos os Seus frutos através de nós.

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