Politica de proteção

Somos todos responsáveis! - Ministério de Ação Social

Temos, como igreja, compreendido nossa responsabilidade em garantir que todos sintam-se amados, respeitados e protegidos em nosso meio. Por isso, a PIB estabeleceu uma política de proteção, aprovada pela Assembleia. Este trabalho é coordenado por uma equipe de referência, formada por membros da igreja, composta por Sônia Cardoso (coordenadora – sonia.cardoso@pibcuritiba.org.br, 30914354), Márcia Regina Pereira Uhlmann Velloso, Ruth Souza Neves de Araújo e Thaís Regina de Lima.

Leia abaixo texto extraído da Política de Proteção da PIB.

Declaração

Repudiamos qualquer forma de violência à criança, ao adolescente, ao idoso, à mulher, à pessoa com deficiência e a qualquer pessoa que se encontre em situação de vulnerabilidade ou risco. Comprometemo-nos a amá-los, respeitá-los, protegê-los e, desta forma, zelar pelo seu bem-estar buscando oferecer um ambiente seguro.

Nosso Compromisso

De acordo com a visão da Igreja e os princípios bíblicos entendemos que todos foram criados por Deus à Sua imagem e semelhança com valor integral e individual. Por esta razão, comprometemo-nos a:

1. Disseminar esta política de proteção em nossa Igreja.
2. Orientar todas as pessoas envolvidas nas atividades desenvolvidas pela igreja sobre procedimentos e normas de comportamento no trato com a criança, adolescente, idoso, mulher, pessoa com deficiência e qualquer pessoa que se encontre em situação de vulnerabilidade ou risco, para que estejam cientes de suas responsabilidades e assumam também o compromisso de zelar por sua proteção.
3. Agir, não se omitindo frente a uma denúncia de violência, tomando as atitudes necessárias para que a Igreja seja um ambiente seguro.

Normas de comportamento para todos os envolvidos nas atividades da Primeira Igreja Batista de Curitiba

a) Amar

Tratar a todos de maneira que reflita o amor de Deus por eles.
Construir relacionamentos equilibrados baseados no amor e confiança mútua.
Ouvir e dar credibilidade às situações de violência que forem relatadas a você. Procure a equipe de referência ou seu Pastor, garantindo que a situação seja registrada e encaminhada, mantendo sempre o sigilo em relação à situação.

b) Respeitar

Garantir que o contato físico seja sempre apropriado, não invadindo a privacidade do outro.
Tratar a todos com dignidade e respeito, sem qualquer tipo de discriminação.
Ser responsável pelo seu próprio comportamento mesmo quando alguém se comporta de forma sedutora e provocadora.
Nunca punir com agressões físicas, ameaças verbais ou qualquer tipo de violência.

c) Proteger

Atuar em dupla ou em equipe. Evite trabalhar sozinho.
Não se coloque em situação que tenha possibilidade de alegação de violência.
Evite aconselhar uma pessoa em local que não seja visível, nunca com portas trancadas, e crie mecanismos para que outra pessoa tenha acessos periódicos ao recinto.
Havendo situação de desconforto com o comportamento de alguém, explique que este comportamento não é aceitável, mas tome cuidado para que a outra pessoa não se sinta rejeitada. Se necessário encaminhe a pessoa para ser atendida por outra pessoa.
Acompanhar visitantes e pessoas que não fazem parte da equipe.

Procedimentos em caso de denúncia

O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.
Martin Luther King

Todos os pastores, lideres, funcionários, voluntários, membros, frequentadores, estagiários, missionários, têm a responsabilidade de estar alerta aos sinais de violência e encaminhar qualquer suspeita para a equipe de referência. Segue abaixo os procedimentos recomendados:

1. Levar quaisquer queixas relatadas à equipe de referência.
2. Providenciar ajuda para as pessoas envolvidas, especialmente vítima e agressor, em conjunto com a equipe de referência.
3. Seguir a legislação Brasileira e fazer a denúncia em caso de violência contra crianças e adolescentes.
4. Tomar medidas necessárias para garantir a segurança do público atendido caso as suspeitas levantadas sejam comprovadas.
5. Registrar o ocorrido e acompanhar a pessoa atendida mesmo quando as suspeitas não forem comprovadas (ministério envolvido e equipe de referência).
6. O registro das ocorrências será realizado pelo assistente social que ficará com o material em local seguro, pois o mesmo é sigiloso. Além disso, será disponibilizado no sistema PIB(sigiloso) informação referente ao caso.

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